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Mandante por trás da tentativa de roubo contra Jungkook já está sob custódia

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Um cidadão chinês de 40 anos, identificado como suspeito A e acusado de liderar uma organização internacional de hackers, foi extraditado para a Coreia do Sul nesta quarta-feira, 13 de maio.

O Ministério da Justiça e a Agência Nacional de Polícia da Coreia confirmaram a transferência. O suspeito saiu de Bangkok e chegou ao Aeroporto Internacional de Incheon na manhã local (correspondente à noite de 12 de maio ou madrugada de 13 de maio no horário do Brasil).

A unidade de investigação cibernética da Agência de Polícia Metropolitana de Seul vai interrogá-lo e analisar as provas apreendidas antes de pedir mandado de prisão. As autoridades afirmaram: “Como este caso tem um impacto social significativo, conduziremos uma investigação completa e rigorosa.”

De acordo com as investigações, o grupo comandado por A operava no exterior, inclusive na Tailândia. Entre agosto de 2023 e abril de 2025, os hackers acessaram ilegalmente sites de operadoras de telefonia móvel de baixo custo e outras empresas. Com os dados pessoais roubados, sacavam fundos diretamente das contas das vítimas.

O volume total estimado dos ativos roubados chega a cerca de 38 bilhões de won coreanos (aproximadamente 25 milhões de dólares ou R$ 122,5 milhões). Entre os alvos estavam celebridades, pessoas de alto patrimônio, profissionais da área jurídica e executivos de grandes empresas.

Jungkook, membro do BTS, apareceu na lista de vítimas. O grupo tentou roubar cerca de 8,4 bilhões de won (aproximadamente 5,6 milhões de dólares ou R$ 27,44 milhões) em ações da HYBE. A empresa agiu com rapidez, congelou as transações e evitou qualquer perda financeira real.

Esse tipo de crime cibernético tem se tornado cada vez mais comum no setor do entretenimento asiático, onde idols e agências lidam com grande exposição financeira e digital. A polícia sul-coreana já havia prendido 18 suspeitos ligados à mesma organização. Outro suposto líder, identificado como B, foi extraditado em agosto de 2025, indiciado em setembro e atualmente responde ao processo judicial.

As autoridades solicitaram medidas de prisão provisória de emergência às autoridades tailandesas em maio de 2025, antes do pedido formal de extradição em agosto.

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