A primeira audiência do processo de indenização no valor de 43,1 bilhões de won (cerca de US$ 29 milhões ou R$ 142 milhões) movido pela ADOR contra Danielle Marsh, do NewJeans, e Min Heejin foi realizada hoje no Tribunal Distrital Central de Seul.
Nem Danielle nem Min Heejin compareceram pessoalmente à sessão, sendo representadas por suas equipes jurídicas.
Os advogados de Danielle argumentaram que a ADOR a isolou das demais integrantes do NewJeans, notificou a rescisão de seu contrato e entrou com uma ação de alto valor, ao mesmo tempo em que teria alertado as outras membros sobre possíveis consequências caso não cooperassem. Eles também acusaram a empresa de prolongar intencionalmente o processo, com o objetivo de mantê-la envolvida em batalhas judiciais durante seus anos de auge como artista, em vez de buscar uma resolução efetiva.
A equipe jurídica de Min Heejin reforçou as acusações, classificando os atrasos como maliciosos.
A ADOR rebateu as alegações, negando qualquer interferência na carreira de Danielle e afirmando que também deseja uma solução rápida para o caso. A empresa tentou remarcar a audiência após nomear novo representante legal, mas o pedido foi rejeitado pelo tribunal.
Houve ainda debate sobre o termo “tampering”, que a defesa classificou como conceito sem definição jurídica clara. O tribunal determinou que a ADOR deve esclarecer e definir o termo até o prazo de apresentação de provas.
Quanto às provas, a ADOR não apresentou o plano dentro do prazo inicial de 30 de abril. A empresa solicitou extensão até 5 de junho, mas a defesa rejeitou o pedido. O prazo final foi definido para 2 de junho.
A equipe de Danielle pediu ao juiz que o caso dela seja separado do de Min Heejin, argumentando que isso permitiria uma conclusão mais rápida do processo.
A próxima audiência está marcada para o dia 11 de junho.
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