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VIVIZ vence liminar contra BPM Entertainment e suspende contrato de exclusividade

Por: 3 minutos de leitura 2 visualizações

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Uma decisão judicial histórica acaba de mudar o destino de um dos trios mais resilientes da indústria da música pop sul-coreana. O grupo feminino VIVIZ obteve uma vitória crucial nos tribunais contra a sua agência, a BPM Entertainment. A corte emitiu um parecer favorável às integrantes Eunha, SinB e Umji, concedendo uma liminar que garante a continuidade de suas atividades no entretenimento de forma totalmente independente enquanto o processo principal corre na justiça.

Detalhes Financeiros e a Rejeição dos Argumentos da Empresa

O tribunal validou a denúncia de que a BPM Entertainment falhou gravemente em cumprir suas obrigações financeiras com as artistas. De acordo com os autos do processo, a empresa deve mais de 100 milhões de won para cada uma das três integrantes.

Na conversão financeira internacional, esse valor de 100 milhões de won corresponde a aproximadamente 73,7 mil dólares, o que representa cerca de 412 mil reais para cada integrante na cotação atual. No total acumulado para as três artistas, a dívida supera a faixa de 221 mil dólares (o equivalente a mais de 1,2 milhão de reais).

Durante a audiência, a defesa da BPM Entertainment tentou justificar a ausência dos repasses financeiros alegando que veículos de imprensa haviam espalhado notícias falsas sobre a CEO da empresa, o que teria prejudicado a saúde financeira da organização. No entanto, o magistrado rejeitou integralmente o argumento, mantendo o foco na quebra contratual pela falta de pagamentos.

Liberdade Contratual e Próximos Passos nos Tribunais

A decisão do juiz determina que a cláusula de exclusividade entre o VIVIZ e a BPM Entertainment está oficialmente suspensa até o veredito final da ação principal. A agência também está proibida de negociar, cancelar ou interferir em agendas de shows, participações e contratos do trio contra a vontade delas. Além disso, a BPM não poderá impor barreiras para que outras empresas gerenciem os projetos das artistas daqui para frente.

O corpo jurídico que representa o trio demonstrou forte posicionamento após a vitória da liminar:

"A Corte decidiu unanimemente aceitar a reivindicação de direitos. A acusação de falta de pagamento é somente uma parte do total, nós pretendemos expandir as reivindicações durante o processo principal", afirmou a defesa das artistas.

Retorno aos Palcos e Indícios de Novo Começo

O trio já vinha dando sinais de movimentação no mercado de entretenimento nas últimas semanas. No final de maio, o VIVIZ cumpriu agenda profissional ao se apresentar em um festival. As integrantes SinB e Umji fizeram uma aparição no programa do Seungkwan (SEVENTEEN), enquanto SinB também participou de um programa de TV na última semana e mantém um canal ativo no YouTube com produções e legendas profissionais.

Segundo especulações de bastidores do setor, o caminho agora está aberto para que Eunha, SinB e Umji explorem livremente suas futuras atividades. Com a suspensão do vínculo de exclusividade, o anúncio de uma nova casa gerencial e os preparativos para um aguardado comeback de retorno aos palcos podem acontecer a qualquer momento.

Acompanhe mais atualizações sobre o desfecho do processo do VIVIZ e os bastidores do K-pop aqui no portal. Deixe seu comentário sobre as expectativas para a nova fase independente de Eunha, SinB e Umji!

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