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Figurinos inadequados, dívidas da mãe e suposto empurrão: o que está acontecendo com Aijing do A2O LITE?

Por: 3 minutos de leitura 1 visualização

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A cantora Aijing, integrante do grupo A2O LITE, de apenas 13 anos, tornou-se o centro de uma série de controvérsias nas redes sociais e na imprensa internacional logo após sua estreia oficial. Em um curto período, a jovem artista viu seu nome associado a pendências financeiras da família na China, críticas aos figurinos escolhidos por sua agência e debates sobre seu comportamento com colegas de grupo.

A acumulação de episódios tem gerado intensas discussões sobre a pressão da indústria e a proteção a artistas menores de idade.

Dívidas da empresa da família e pedido de desculpas da mãe

A primeira controvérsia teve início com denúncias de ex-funcionários de uma empresa do setor educacional na China ligada aos pais de Aijing. Os trabalhadores acusaram a companhia de reter salários desde 2024, alegando que cerca de 40 mil yuans (aproximadamente US$ 5,6 mil) permaneceram não pagos mesmo após acordos em arbitragem trabalhista. Relatórios de execuções judiciais milionárias envolvendo reivindicações de dívidas da empresa agravaram a repercussão pública.

Diante do desgaste da imagem da filha, a mãe de Aijing divulgou um comunicado oficial com um pedido de desculpas público. Ela assumiu total responsabilidade pelos débitos contratuais, comprometeu-se a quitar todos os pagamentos pendentes e enfatizou que Aijing não possui qualquer vínculo com as decisões financeiras ou com a gestão dos negócios da família.

Figurinos precoces e debate sobre a proteção de menores

Além dos problemas familiares, a gestão de imagem da cantora pela agência passou a ser alvo de severas críticas por parte do público. Diversos espectadores e fãs questionaram as escolhas de figurinos utilizadas por Aijing nos palcos e apresentações, argumentando que certos trajes eram reveladores e inadequados para uma jovem de 13 anos.

O debate reacendeu discussões na indústria do K-pop sobre a hipererotização de artistas menores e a responsabilidade das agências de entretenimento em adequar o visagismo à faixa etária de seus integrantes.

Vídeo na MBC e acusações de conduta em grupo

Para somar ao clima de tensão, um pequeno trecho em vídeo gravado durante uma sessão de fotos do grupo do lado de fora dos estúdios da emissora MBC viralizou nas redes sociais. As imagens mostram Aijing se movimentando em uma escadaria ao lado de sua colega de grupo, Ayun, o que levou alguns internautas a acusarem a jovem de ter empurrado a companheira para obter uma posição de maior destaque em frente às câmeras.

Enquanto parte do público criticou a postura da cantora, muitos admiradores saíram em sua defesa, destacando que a escada estava visivelmente lotada de fotógrafos e integrantes, não havendo evidências concretas de qualquer conduta deliberada de desrespeito.

Enfrentando acusações simultâneas em múltiplos cenários, Aijing inicia sua carreira sob forte escrutínio público, levantando questionamentos sobre a capacidade da indústria em resguardar a saúde mental de jovens talentos em momentos de crise.