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BELIFT LAB anuncia processo criminal contra stalker que vazou ligações privadas de Jay do ENHYPEN

Por: 2 minutos de leitura 4 visualizações

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A agência BELIFT LAB divulgou um contundente comunicado oficial neste domingo (3 de novembro) confirmando que Jay, integrante do grupo masculino ENHYPEN, tem sido vítima de assédio sistemático, perseguição (stalking) e grave invasão de privacidade. A empresa anunciou que uma denúncia criminal já foi protocolada e reafirmou sua política de "tolerância zero" contra crimes que ameacem a segurança física e psicológica de seus artistas.

O caso acende mais um alerta sobre a perseguição na indústria do entretenimento sul-coreano e os riscos do vazamento ilegal de dados pessoais dos idols.

Falsidade ideológica e gravações vazadas

De acordo com as informações detalhadas pela agência, o assédio teve início em junho. O criminoso obteve o número de telefone pessoal de Jay e passou a realizar ligações repetidas, fingindo ser um funcionário de uma empresa de instalação de internet e televisão. Para tentar ganhar a confiança do artista e extrair mais dados confidenciais, o stalker chegou a utilizar informações sobre a família do cantor como isca. Após verificar a história diretamente com seus familiares, Jay confirmou que se tratava de uma fraude e passou a ignorar as tentativas de contato.

A falta de resposta, no entanto, não parou o agressor. O perseguidor passou a gravar as chamadas secretamente e distribuiu os áudios de forma ilegal em diversas plataformas e fóruns digitais, incluindo KakaoTalk, Instagram e transmissões de voz no X (Spaces).

Ação criminal e o cerco ao criminoso

Ao perceber que suas ações haviam se tornado públicas e gerado forte indignação do fandom (ENGENE), o responsável tentou se esquivar da responsabilidade penal. O perseguidor publicou pedidos de desculpas contraditórios, alegando primeiro que as ligações eram "relacionadas ao trabalho" e, posteriormente, afirmando que sua conta havia sido "hackeada". Logo em seguida, deletou seus perfis para tentar apagar os rastros digitais.

A BELIFT LAB foi categórica ao afirmar que tais atitudes não impedirão a punição. Considerando a natureza maliciosa do crime, a enganação premeditada e a ansiedade causada ao artista, a empresa garantiu que não concederá clemência e não fará acordos financeiros. Além da queixa-crime já registrada nas autoridades competentes, a agência solicitou formalmente a quebra de dados junto às três maiores operadoras de telecomunicações da Coreia do Sul para identificar legalmente o indivíduo. O comunicado foi encerrado com um agradecimento aos fãs, cujas denúncias enviadas ao portal de proteção da HYBE foram vitais para a montagem e o avanço do processo legal.