A ADOR, agência responsável pela NewJeans, ajustou o valor da indenização solicitada contra Danielle (ex-membro), sua família e a ex-CEO Min Hee-jin (atual CEO da OK Records). O montante foi reduzido de 43,1 bilhões de won (aproximadamente 28,14 milhões de dólares ou 142,67 milhões de reais) para 33,09 bilhões de won (cerca de 21,61 milhões de dólares ou 109,56 milhões de reais).
Segundo reportagem do MyDaily publicada hoje, 4 de junho de 2026, a mudança ocorreu após a agência nomear um novo advogado para revisar o caso e reestruturar as reivindicações. A ADOR explicou: "Um novo advogado foi nomeado para revisar o caso e reestruturar as reivindicações. Portanto, houve alguns ajustes e alterações no valor reivindicado. Planejamos continuar fortalecendo nossos argumentos e provas à medida que o litígio avança."
No mês passado, a agência dispensou cinco advogados do escritório Kim & Chang e contratou quatro profissionais do Leehan. A próxima audiência está marcada para a tarde do dia 11 de junho de 2026 (manhã do dia 11 de junho no horário do Brasil).
O processo foi aberto em dezembro de 2025, quando a ADOR pediu a rescisão do contrato exclusivo de Danielle e cobrou danos alegando responsabilidade pela saída dele do grupo e pelo atraso no retorno das atividades. Em fevereiro de 2026, o Tribunal Distrital Central de Seul concedeu arresto provisório de bens: 2 bilhões de won (cerca de 1,31 milhão de dólares ou 6,62 milhões de reais) em nome da mãe de Danielle e 5 bilhões de won (aproximadamente 3,27 milhões de dólares ou 16,56 milhões de reais) em nome de Min Hee-jin.
Essa redução no valor da indenização ocorre em meio a um dos capítulos mais complexos da história recente do K-pop, que envolve contratos, disputas corporativas e o futuro de uma das maiores girlgroups da última década.
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