O comeback do Billlie, marcado para 6 de maio, ganhou atenção pelas razões erradas. O vídeo conceitual “cartography of the unconscious”, parte do álbum “the collective soul and unconscious: chapter two”, foi acusado de plagiar o estilo do curta-metragem francês “Niccolò” (2025), produzido por estudantes da renomada escola GOBELINS Paris. O uso de inteligência artificial gerativa está no centro das críticas.
Logo após o lançamento do vídeo em 23 de abril de 2026, internautas e fãs notaram semelhanças fortes no estilo visual com o curta “Niccolò”. Os criadores do filme, incluindo o co-diretor David Florian, reagiram publicamente, afirmando que o trabalho deles foi usado sem permissão para gerar um “vídeo musical de IA”. A escola GOBELINS confirmou que mobilizou sua equipe jurídica para defender os direitos autorais e avaliar possíveis ações contra a Mystic Story.
A Mystic Story primeiro defendeu o uso criativo de IA, com o CEO Jungsu Han citando artistas como Miles Davis e Andy Warhol. Depois, recuou diante da pressão dos fãs. A empresa prometeu não usar mais IA generativa de forma desnecessária nos trabalhos do Billlie e negou qualquer plágio intencional. “Não houve intenção de plagiar ou usar indevidamente qualquer obra específica”, declarou a agência em nota oficial.
Muitos Devis (fãs do Billlie) expressaram amor pelo grupo e pelo conceito ousado, mas criticaram a forma como a agência lidou com o caso. A polêmica reacendeu o debate sobre limites do uso de IA na indústria do entretenimento, especialmente quando prompts parecem inspirados diretamente em obras existentes. Para alguns, a única forma de as empresas aprenderem é com impacto financeiro ou ações judiciais.
Situação atual
A GOBELINS Paris segue analisando opções legais. Enquanto isso, o Billlie mantém o cronograma de comeback para 6 de maio. A Mystic Story reforça que fará maior supervisão para evitar problemas semelhantes no futuro.
O caso serve como alerta para toda a indústria: criatividade deve andar lado a lado com respeito aos direitos autorais, mesmo em tempos de ferramentas digitais avançadas. Os fãs esperam que o grupo consiga focar na música e nos conceitos que tanto amam, sem novas controvérsias.
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